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Era da informação: números em ação

A demanda por informação não para de crescer. Todos querem saber para onde os comportamentos estão se dirigindo. Em pesquisa da revista The Economist, metade dos executivos de marketing ouvidos em todos os continentes estão usando mais dados, e claramente obtendo mais resultados na compreensão dos consumidores. 68% desses executivos indicam também que suas estratégias melhoraram em consequência disso.

Por um lado, há negócios muito fortes gerados pela necessidade urgente de utilizar melhor todos os dados que os sistemas em rede já produziram e continuam a produzir. Já temos no mundo 1 septilhão (O numeral “1”, seguido de 24 zeros!) de bits de informação armazenados. Até 2020, esta quantidade crescerá seis vezes. Logo, há muita demanda por serviços de armazenagem, organização, e análise dos dados que as redes geram organicamente.

O mercado de “Big Data” corre atrás da identificação de padrões. Além de equipamentos, e software, há uma forte demanda por profissionais que possam extrair informação, analisando os rastros digitais que os habitantes das cidades estão deixando atrás de si, por todos os sistemas que usam. 

Os setores que estão mais bem preparados para trabalhar com dados nos próximos anos são os de serviços financeiros, a indústria de tecnologia, e serviços profissionais. Há, contudo, maior carência de estratégias na gestão da informação entre fabricantes e varejistas. A demanda por informação cresce também na direção de entender a formação de novos comportamentos e adaptar as soluções de produtos e serviços a esses comportamentos. 

A pesquisa torna-se uma ferramenta importante para que os executivos compreendam corretamente a organização do comportamento, e possam direcionar com segurança seus esforços. Nesse cenário, as competências centrais para o processo de pesquisa de marketing estão ligadas ao tratamento sintético dos grandes volumes de dados, a geração de insights para a ação, e a inspiração da ação executiva. O mesmo mundo que modifica os comportamentos, e que produz uma quantidade inédita de dados, também demanda uma capacidade aguçada para transformar tudo isso em orientação clara para a ação.

A união da Escala com a City, que resultou na EscalaCity+, nos trouxe um know how e uma inteligência analítica que vieram de encontro com todo esse movimento. Nosso reposicionamento busca ampliar a integração e a conexão com o mercado, com a ampliação de serviços e recursos analíticos nos processos, para uma comunicação inteligente e eficiente. Afinal, é preciso falar para diferentes pessoas ao mesmo tempo, de forma instantânea, criativa e personalizada.

Tudo para acompanhar a transformação e manter a conexão entre a criatividade e os negócios.

Tenho os dados. E agora? 

Ao reunir dados, é preciso estar atento a pequenos detalhes que fazem a diferença: 

1. Escolha um software eficiente para armazenagem: opte por um capaz de integrar os registros com agilidade e precisão. 

2. Tenha cuidado: não esqueça de criar critérios de acesso e controle para evitar a movimentação não autorizada de dados.

3. Saiba quais são as metas da empresa: é necessário ter objetivos definidos, bem como os gargalos e pontos críticos que podem ser remediados com a inteligência de negócios.  

4. Evite o desperdício de recursos: oriente a equipe para capturar dados em e-mails, na internet, em históricos internos, por exemplo.

5. Utilize insights: rastreie a origem de possíveis falhas para otimizar a rotina da empresa e melhorar a tomada de decisão.

6. Observe a concorrência: faça um estudo aprofundado das ações de sucesso empregadas por empresas que fazem parte do seu segmento.

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